A história da luta das mulheres por igualdade de direitos é relativamente recente. Embora o movimento feminista só ganhe esse nome no fim do século XIX, as primeiras obras de mulheres que reivindicam espaço na educação e na política aparecem no século XVIII, inspiradas pelos ideais iluministas de igualdade e liberdade e pelo sucesso da Revolução Francesa.

 

Contudo a conquista por alguns desses direitos é ainda muito recente. Até as mais básicas dessas reivindicações, como o direito à educação e ao voto – que hoje parecem banais – ganharam força apenas no fim do século XIX e só vieram a se realizar, de fato, ao longo do século XX.

Durante décadas as mulheres levantaram as suas bandeiras no intuito de construir um mundo melhor para os seus filhos, emancipando-se e ocupando os espaços sociais.

 

Portanto, incentivar a mulher a participar, estimula a sua auto-estima, motiva o seu crescimento e oportuniza o desenvolvimento de um mundo melhor. Atuar nesta perspectiva é uma forma de educar o ser humano para a diversidade, para a vida e a convivência.

 

Os conflitos prosseguem e a existência leva a grande questão: - por que as mulheres emancipam-se? As mulheres emancipam-se porque são as portadoras da vida e necessitam de autonomia para ajudar no envolvimento e no desenvolvimento de outros seres humanos, de modo que estes possam transformar-se em pessoas e dar sequência ao processo de aprimoramento do ser humano no planeta.

 

No século XXI, a sociedade precisa preocupar-se com as mulheres. Preparar lideranças para melhorar a qualidade de vida na sociedade numa proposta de educação inclusiva capaz de atuar no currículo formal e informal envolvendo todos os aspectos e pessoas transformando os sistemas educativos e16 outros ambientes de aprendizagem com a finalidade de responder aos anseios da diversidade enriquecendo-a com os saberes para ajudar as pessoas a ser feliz.


Cristina Nahum Psicóloga
Silvia Adolfo Assistente Social