Qualidade e expectativa de vida

Reflexão Semanal - Qualidade e expectativa de vida

Você sabia que na década de 50, a expectativa de vida da população brasileira era em média 48 anos? E em 2014, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) esse índice passou a ser 74,6 anos? Isso deve-se a muitos fatores, como as melhorias de saneamento básico, como água tratada e canalização de rede de esgoto, alimentação, poluição, serviços de saúde, educação, entre outros.

Atualmente o ser humano está mais consciente e preocupado com a saúde e em aumentar a sua expectativa de vida. Para isso é necessário e essencial ter uma alimentação saudável, fazer exercícios físicos e abandonar os vícios, como o álcool e o cigarro, fazer exames de saúde e ter acompanhamento médico.

Vários aspectos podem influenciar em melhorias de expectativa de vida no ser humano, entre elas estão os cuidados gerais com o corpo e a mente. Uso de substâncias toxicas podem levar o indivíduo a morte precoce.

Não espere a velhice chegar para mudar sua vida, comece hoje:

- Abandone os maus hábitos, como o tabagismo e o consumo de bebidas alcoólicas, vícios que estão relacionados a doenças cardiovasculares e respiratórias, diversos tipos de câncer, ocorrendo com frequência no fígado e pulmões. O cigarro é tão prejudicial a quem fuma, tanto a quem está ao seu , lado, pois passa a respirar sua fumaça (fumante passivo). O uso constante de álcool causa muitas doenças, como cirrose, câncer, chegando a interferir nas relações familiares, ocasionando violência e maus tratos.

Buscar por melhorias na sua qualidade de vida, é consumir mais frutas, verduras e legumes, disponibilizando ao seu organismo vitaminas, minerais e fibras. O consumo de carboidratos traz energia e preservam os nutrientes. Carnes magras, derivados de leite, ovos costumam fazer a reparação dos tecidos e órgãos. É importante evitar o consumo de doces e alimentos processados como lanches, gorduras, frituras e refrigerantes. A prática de exercício físicos podem colaborar com todo sistema cardiovascular.

Que tal começarmos a mudança agora?

Cristina Nahum - Psicóloga

Silvia Adolfo - Assistente Social